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Novo dono do Vita diz que prisão pela PF foi perseguição política


Ruy Muniz, presidente do grupo mineiro que comprou o Hospital Vita de Volta Redonda, disse que a prisão dele pela Polícia Federal foi uma perseguição política. Isso porque a sua mulher, Raquel Muniz, votou pelo impeachment da ex-presidente Dilma. Ele foi preso em setembro de 2016. A declaração foi feita a um jornal de Volta Redonda em resposta a uma reportagem do Tribuna.SF.

Com a declaração, Muniz levanta hipótese que a Polícia Federal sofre interferência política em suas operações. Ele foi preso dois dias depois da votação que cassou o mandato de Dilma, em setembro de 2016.

Porém, com a saída de Dilma e a entrada de Temer, o jornal Estado de Minas publicou que o governo federal liberou recursos para o Hospital Doutor Mário Ribeiro da Silveira, cujo proprietário é o ex-prefeito de Montes Claros Ruy Muniz, também dono do jornal Hoje em Dia.

Raquel Muniz votou pela rejeição da denúncia contra Temer.

A União destinou ao hospital de Ruy e Raquel Muniz R$ 10,9 milhões do governo federal. Logo em seguida, a deputada foi cotada para assumir uma das vagas do PSD na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para análise da segunda denúncia contra Temer.

Ruy e Raquel Muniz (foto) são acusados pela PF de inviabilizar a existência e o funcionamento dos hospitais públicos e filantrópicos de Montes Claros que atendem pelo SUS para favorecer o hospital pertencente ao seu grupo econômico.

Segundo ele, todas as investigações abertas contra ele na Polícia Federal já foram encerradas.

1 Comentários

    • Fabiano 06:11

      O Vita está caindo na mão de bandidos do time do Temer. Não devemos esperar que as coisas melhorem , muito pelo contrário, devem piorar.

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