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PM prende um suspeito e o veículo usado em morte em Resende


Na manhã desta terça-feira (19), a Polícia Militar prendeu em Resende um suspeito de participação de um dos três assassinatos ocorrido na cidade no último domingo (17), na comunidade do Marrocos, no bairro Vicentina II. Ele estava num Hyundai Vesloster que foi apreendido. A vítima seria Luis Carlos Ferreira, de 43 anos, que foi retirado de casa e executado com 50 tiros. A imagem da execução circulou pela redes sociais.

No carro, os PMs encontraram um carregador de pistola, duas munições intactas e uma balaclava. Segundo eles, o carro tem manchas de sangue no banco traseiro. O veículo passará por perícia.

O suspeito preso receberia R$ 10 mil para retirar o carro da Vicentina e levasse até a Cidade Alegria. Porém, o serviço não foi feito porque a PM interceptou o veículo.

O veículo está em nome de uma ex-mulher de um traficante da Cidade Alegria. O suspeito foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e associação para o tráfico de drogas.

Prefeito se reúne com comandante PM

O prefeito de Resende, Diego Balieiro Diniz, se reuniu com o comandante do 37ª BPM, coronel Bueno, para discutirmos soluções para conter as disputas pelo comando do tráfico que no último domingo (17) deixou mortos e feridos na nossa cidade e teve impacto nas escolas de dois bairros.

“A reunião teve importantes desdobramentos a curto prazo: além do trabalho que a PM já vem fazendo, marquei uma reunião com o judiciário, que vai acontecer ainda hoje, para pedir que o valor das transações penais (crimes considerados de menor potencial ofensivo, onde há pagamento de multa) seja direcionado para melhoria das viaturas das Polícias e Guarda Municipal”, disse o prefeito em sua rede social.

1 Comentários

    • O Vingador 18:06

      Peça apoio a AMAN.
      Tá na hora desse pessoal parar de capinar e fazer cri-cri e mostrar um pouco do trabalho que “supostamente” aprendem.
      Um academia desse tamanho, que não traz nenhum benefício pra cidade, podia ao menos ajudar no apoio a segurança pública em momentos de caos.
      Poliçada precisa tb de apoio jurídico pra mandar uns malas pro arém.

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