Educação Volta Redonda

Fevre completa 50 anos e celebra seu Jubileu de Ouro


A Fundação Educacional de Volta Redonda (FEVRE) comemorou neste sábado, dia 5, seus 50 anos de fundação. A cerimônia foi marcada por uma solenidade que reuniu diversas autoridades da cidade, alunos, ex-alunos, e funcionários da instituição. Fundada em 1968 a instituição conta com oito unidades escolares em Volta Redonda . De acordo o presidente da Fevre, Waldyr Bedê, que ficou bem emocionado com a cerimônia, a fundação é comprometida na formação dos alunos.

“Estou muito emocionado. Esse é um momento histórico para a fundação. Nem o próprio fundador Sávio Gama, poderia imaginar a magnitude que hoje é a instituição. Temos mais de 400 profissionais atuando diariamente para a manutenção desse sonho. Temos comprometimento na formação dos nossos alunos, buscamos sempre atualizar e colaborar com a formação humana. Sempre avança e evoluindo com o mundo”, disse.

Na cerimônia 70 pessoas que fizeram parte da história receberam troféus. Segundo uma das homenageadas a professora de língua portuguesa Mônica Paiva, hoje diretora adjunta do Colégio Getúlio Vargas, o prêmio representa todo um trabalho.

“Esse prêmio representa para mim e também para todos os profissionais que construíram essa historia e fizeram da Fevre uma instituição reconhecida de excelência, um reconhecimento de todo nosso trabalho e tudo aquilo que acreditamos”, contou.

Para a secretária de Educação, Rita Andrade, a fundação muda o mundo.

“Durante esses 50 anos a Fevre vem transformando o mundo, através de seus alunos e toda uma equipe com muita dedicação. Todas essas pessoas fizeram parte dessa história. A fundação colabora com a cidade, e eu agradeço a oportunidade de fazer parte desta mudança”, disse.

A fundação conta com cinco escolas, além do Centro de Qualificação Profissional para jovens e adultos que é responsável por oferecer qualificação gratuita para os participantes. E dando ênfase à sensibilidade criativa e despertando o interesse pela música a fundação tem o Projeto Cidade da Música.

Conta também com a Academia da Vida, que atende aos idosos da cidade e tem como objetivo a inclusão. Recentemente o Coral e a Banda da Cidade foram incorporados a Fevre.

Segundo o professor de matemática aposentado, João Bento, que lecionou durante 44 anos no Colégio Getúlio Vargas, é muito gratificante participar dessa história.

“A Fevre é minha menina dos olhos, fico muito satisfeito em ter participado e colaborado nessa história. É uma sensação de dever cumprido quando vejo meus ex-alunos bem na vida. Cada um com sua profissão e exercendo a cidadania, pois esse é um dos objetivos da fundação formar não apenas na educação, mas o ser humano no geral”, contou.

A Banda da Fevre e a Cidade da Música também participaram da festa.

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